quarta-feira, 13 de abril de 2011

Tarde de Verão



(...) Sentámo-nos lado a lado e, de repente, senti a mão dele a entrelaçar-se com a minha. Sorri-lhe e ele retorquio do mesmo modo. Aconcheguei-me no seu ombro, sentindo-me confortável na sua presença, não queria que aquela noite terminasse nunca mais. Olhei-o novamente e, encostada em seu ombro, fecho os olhos e de repente algo estranho acontece...
Abro os olhos, e em meu redor não estava ninguém, olhei para a janela e o céu cintilante fora substituído por nuvens chuvosas. Não passara tudo de um sonho, e aquele rapaz não se encontrava junto a mim. (...) Sorri e, fechei os olhos novamente, na esperança de quando voltasse a adormecer me poder reencontrar com ele e, tal como no meu sonho, caminharmos lado a lado, rir um para o outro, com as nossas mãos entrelaçadas.
No entanto, lá fora continua a chover e , dentro daquela casa eu continuo adormecida, sozinha, sonhando com aquela noite de verão.